Pequena e média construtora

Software de gestão
para pequenas construtoras.

Projetos, qualidade, inspeções, documentação da equipe, equipamentos e diário de obra num login só — sem a complexidade de um ERP, sem montar uma combinação de módulos, e com a implantação feita por quem conhece o processo da sua construtora. É onde a BRZ sempre esteve: quase todas as nossas clientes são empresas desse porte.

O que entraTrês produtosUm loginEndereço próprio
suaempresa.brz.net
Painel do SGQ com um cartão por empreendimento: NCs abertas, ações atrasadas, última FVS e situação da auditoria

Mais de 70 construtoras

Empresas com ambiente próprio no sistema.

Cerca de 4 mil usuários

Escritório, obra, projetistas e copiadoras.

26 anos de mercado

Atendendo a construção civil brasileira.

A construtora pequena não é um segmento que descobrimos agora: é o nosso cliente desde o começo.

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O problema

Software grande costuma ser caro de operar, não só de comprar.

A construtora de porte pequeno e médio raramente perde uma implantação por falta de sistema. Perde por falta de gente para operar o sistema: o projeto de meses, o consultor de implantação, o administrador em tempo integral, a decisão de quais módulos comprar primeiro. No fim, volta para a pasta de rede e para a planilha — que funcionam mal, mas não exigem ninguém.

O que uma empresa desse porte precisa não é de menos recurso. É de um sistema inteiro que uma pessoa consiga montar, e que comece a devolver valor na primeira semana.

O que costuma dar errado

  • A implantação depende de um projeto que ninguém tem tempo de conduzir.
  • O sistema exige um administrador dedicado que a empresa não tem.
  • Escolher quais módulos comprar primeiro vira uma decisão travada.
  • O pedido de ajuste vai para uma fila e volta em seis meses.
  • Quem opera na obra não usa, porque não funciona no celular.
  • No fim, a planilha continua existindo ao lado do sistema.
Por que serve

Seis coisas que fazem diferença nesse porte.

Um login, não uma prateleira de módulos

Você ativa os módulos que vai usar e os desligados somem do menu. Mas não há combinação para montar nem pacote para comprar depois.

Sem complexidade de ERP

O BRZ não é financeiro, não é orçamento, não é folha. É a parte técnica da obra — e por isso a implantação não depende de um projeto de meses.

Implantação pelo dono do processo

Quem monta as pastas, os cargos e os modelos é quem conhece o processo da construtora. Nós ajudamos, mas não cobramos consultoria para isso.

Suporte direto com quem desenvolve

Em construtora pequena, o pedido chega pelo WhatsApp e precisa de resposta. Boa parte do que existe hoje no BRZ nasceu de um pedido assim.

Ambiente próprio por empresa

Endereço próprio, diretório separado no disco, cota de armazenamento e servidores dedicados da BRZ — não nuvem de terceiros.

Funciona no telefone do encarregado

Instalável como aplicativo, com foto saindo da câmera e assinatura no dedo. Em construtora pequena, o celular é o equipamento da obra.

O que vem no login

Três produtos, nenhum vendido à parte.

Você ativa os módulos que vai usar e os que ficam desligados somem do menu — mas não existe prateleira de pacotes para montar, nem recurso que aparece só no plano de cima. O que você vê na demonstração é o sistema.

  • Gestão de Projetos — pranchas, revisão, status, QR e lista mestra
  • Documentos controlados — revisões, validade, aprovação opcional
  • Qualidade — NC com causa raiz, plano 5W2H, eficácia, auditorias
  • FVS e FVM — inspeção de serviço e recebimento de material
  • RH de obra — cargo, documentos obrigatórios, competência mensal
  • Treinamentos — presença por QR ou papel, certificado arquivado
  • EPI — catálogo com CA, ficha de entrega assinada, obrigatório por cargo
  • Equipamentos — cadastro, movimentação, inspeção e calibração
  • Segurança — biblioteca FSE por NR, periodicidade e NC
  • Meio Ambiente — biblioteca FMA, resíduos, efluentes, licenças
  • RDO — diário de obra no padrão NBR 12722, com PDF
  • Tarefas e Conversas — apontamento no desenho e chat por arquivo

O escopo é a parte técnica da obra

O BRZ cuida do que a engenharia produz e precisa comprovar — e faz isso em profundidade, em vez de uma camada fina de tudo.

  • Projetos e pranchas, com revisão numerada e lista mestra
  • Documentos controlados, com validade e aprovação
  • Qualidade: FVS/FVM, não conformidade e plano de ações
  • Documentação de pessoal, treinamentos e EPI
  • Equipamentos, com movimentação, inspeção e calibração
  • Diário de obra, com PDF diário e relatório mensal
Comparando com Inmeta, AutoDoc, Mobuss ou Construcode?
Por onde começar

Não precisa ligar tudo no primeiro mês.

A ordem abaixo é a que funciona melhor em construtora desse porte: primeiro o que dá retorno na primeira semana, depois o que a auditoria vai pedir.

01

Projetos primeiro

Monte as pastas de um empreendimento, suba as pranchas e ligue o nome automático. É o que dá retorno na primeira semana.

02

Documentos e qualidade

Suba os procedimentos como documentos controlados e passe a abrir as NCs no sistema, com causa raiz e plano de ações.

03

FVS dos serviços controlados

Um modelo por serviço, com os seus itens e os seus pesos. A inspeção reprovada já nasce ligada à não conformidade.

04

Equipe, segurança e obra

Cargos com documentos obrigatórios, treinamentos com presença registrada, inspeção de segurança e o diário de obra.

Para quem

Em construtora pequena, uma pessoa faz três papéis.

É por isso que a permissão importa tanto: ela recorta o acesso por pasta, por módulo e por empreendimento, sem precisar de um administrador em tempo integral para manter.

Sócio e diretor técnico

Decide a implantação, monta as pastas do primeiro empreendimento e acompanha os indicadores sem pedir relatório a ninguém.

Coordenador da qualidade

Normalmente a mesma pessoa que cuida de documentos, FVS, não conformidades, treinamentos e auditoria — e precisa de tudo no mesmo lugar.

Engenheiro e encarregado de obra

Preenchem inspeção e diário no celular, consultam a revisão vigente pelo QR na parede e não entram no escritório para digitar.

Boa parte do que existe no BRZ hoje entrou porque uma construtora desse porte pediu — a lista de presença em papel, a apropriação de mão de obra por serviço no RDO, a chave que restringe a exclusão de arquivos, o backup em ZIP. Veja o que entrou nos últimos meses em Novidades.

Perguntas frequentes

As dúvidas que chegam antes da demonstração.

Quantas obras e quantos usuários a construtora precisa ter?
Não existe mínimo. Entre as mais de 70 construtoras que usam o BRZ há empresas com uma obra e meia dúzia de usuários, e há empresas com dezenas de empreendimentos. O que muda com o porte não é o sistema, é o quanto dele você usa no primeiro ano.
Em quanto tempo isso fica no ar?
O ambiente da sua empresa é criado com endereço próprio e os usuários entram no mesmo dia. O que leva tempo é o conteúdo, e isso depende de você: montar a estrutura de pastas de um empreendimento é coisa de uma tarde; subir o acervo de pranchas depende do tamanho do acervo; montar um modelo de FVS do zero leva uma ou duas horas por serviço.
Preciso de consultoria para implantar?
Não para operar o sistema. Quem monta as pastas, os cargos, os documentos obrigatórios e os modelos de inspeção é quem conhece o processo da construtora — e é melhor que seja assim, porque o sistema fica com a cara do seu processo e não do nosso. Se a sua construtora está implantando o PBQP-H, aí a consultoria faz sentido: o consultor consegue usuário próprio, com permissão recortada por módulo e por pasta.
O BRZ substitui o nosso ERP?
O BRZ é o sistema da parte técnica da obra: projetos e pranchas, qualidade, inspeções, documentação de pessoal, equipamentos e diário de obra. Ele convive com o ERP, que continua cuidando da parte administrativa da construtora. Em construtora pequena, o que o BRZ costuma substituir é uma pasta de rede, várias planilhas e um grupo de WhatsApp.
Dá para começar só com Projetos?
Dá, e é o que mais recomendamos. O acervo de pranchas é o que dá retorno mais rápido: nome padronizado, revisão numerada, status e o QR que diz se a cópia no barracão ainda vale. Depois, quando houver fôlego, vêm documentos e qualidade. Você ativa os módulos que vai usar — os desligados simplesmente não aparecem no menu.
Onde ficam os nossos arquivos?
Em servidores próprios da BRZ, dedicados, não em nuvem de terceiros. Cada empresa tem um diretório separado no disco, com cota de armazenamento própria, e os discos são em RAID. O banco é copiado a cada 6 horas e há uma cópia noturna de banco e arquivos para um segundo servidor, em equipamento separado, com retenção diária, semanal e mensal. Todo download passa por um link assinado com expiração, e o servidor confere a empresa e a permissão da pasta antes de servir o arquivo.
A obra consegue usar isso no celular?
Sim, e é uma parte do projeto, não um acessório. O sistema é instalável como aplicativo, a inspeção foi desenhada para a tela do telefone, a foto sai da câmera traseira e a assinatura é feita com o dedo.
E se a gente precisar de um ajuste no sistema?
Peça. Uma boa parte do que está no BRZ hoje — a lista de presença em papel, a apropriação de mão de obra por serviço no RDO, a chave que restringe a exclusão de arquivos, o backup em ZIP — entrou porque uma construtora pediu. O pedido chega direto em quem desenvolve, e a resposta sobre prazo vem de quem vai fazer.
Serve para quem está buscando o PBQP-H?
Serve como o lugar onde os registros que a auditoria pede vão nascer: documentos controlados com revisão e lista mestra, FVS dos serviços controlados, não conformidade com causa raiz e eficácia, treinamento comprovado, equipamento com calibração em dia, diário da obra. Nenhum software certifica — a qualificação é concedida por organismo credenciado depois de auditoria no seu sistema de gestão. O que montamos foi o mapa requisito por requisito.

Comece por um empreendimento.

Demonstração de 30 minutos com uma obra sua montada na tela — pastas, pranchas e a primeira inspeção. Sem compromisso.