PBQP-H SiAC

Software PBQP-H SiAC
para construtoras — nível A e B.

O SiAC não pede software: pede registro. Documentos controlados com revisão, inspeção dos serviços controlados, não conformidade tratada até a eficácia, treinamento comprovado, equipamento calibrado. O BRZ é onde esses registros nascem e de onde saem organizados para a auditoria.

ReferênciaSiAC — gov.brRegimento Geral (PDF)Portaria 75/2021, alterada pela 577/2021
app.brz.net / sgq
Painel do SGQ com um cartão por empreendimento: NCs abertas, ações atrasadas, última FVS e situação da auditoria

Mais de 70 construtoras

Empresas com ambiente próprio no sistema.

Cerca de 4 mil usuários

Escritório, obra, projetistas e copiadoras.

26 anos de mercado

Atendendo a construção civil brasileira.

Boa parte das construtoras que usam o BRZ está implantando ou mantendo a qualificação no PBQP-H.

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Antes de tudo

Software não certifica. Registro é o que se audita.

A qualificação no SiAC é concedida por organismo de certificação credenciado, após auditoria no sistema de gestão da qualidade da construtora. Quem decide é o auditor, e o que ele lê é registro. Nenhum fornecedor de software pode prometer aprovação — quem promete, está vendendo o que não entrega.

O que dá para prometer é o outro lado: que o registro exista, esteja completo, esteja na revisão certa e saia organizado no dia da auditoria. É isso que o BRZ faz.

Os dois níveis do SiAC

Nível B
Menos exigências. É a porta de entrada no PBQP-H para a construtora que ainda está implantando o sistema de gestão da qualidade.
Nível A
O nível completo, mais exigente, para a empresa que já tem o sistema de gestão da qualidade implantado.

O BRZ é o mesmo sistema nos dois níveis. No B você usa menos dele; ao subir para o A, nada muda de lugar.

Página oficial do SiAC
Mapa de requisitos

O que a auditoria pede, e onde isso fica no BRZ.

Mapa por tema, não por número de cláusula: a numeração vigente está no Regimento Geral, e muda quando o programa muda. Confira a versão em vigor antes de montar o seu plano.

Controle de documentos e registros

Procedimentos e registros com identificação, revisão vigente e lista mestra atualizada.

SGQ Documentos: código, título, cadeia de revisões R00/R01, validade com semáforo, lista mestra em XLSX e PDF, histórico por documento.

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Controle das alterações de projeto

Rastreio de qual revisão de cada prancha está em vigor e quem recebeu a versão nova.

Gestão de Projetos: revisões por prancha, comparativo com a revisão anterior, lista mestra das pranchas e QR no rodapé da cópia impressa.

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Execução e verificação dos serviços controlados

Ficha de verificação por serviço, com critério de aceite e evidência da inspeção.

FVS: modelo por serviço com código do serviço controlado, itens com critério de aceite, locais, nota ponderada e foto por item.

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Controle dos materiais recebidos

Registro do recebimento com identificação do fornecedor, nota fiscal e lote.

FVM: ficha de verificação de material com campos de fornecedor, nota fiscal e lote, e a mesma geração de NC da FVS.

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Competência, treinamento e conscientização

Evidência de que a equipe tem a qualificação exigida pela função que exerce.

RH de obra: cargo define os documentos obrigatórios, com faltante, vencendo e vencido por colaborador. Treinamentos: presença por QR ou lista assinada, certificado arquivado no colaborador.

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Equipamentos de medição e calibração

Identificação dos equipamentos de medição, com calibração dentro da validade.

Equipamentos: cadastro do ativo, documentos marcados como certificado de calibração com data de validade, inspeções por ativo com periodicidade definida.

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Não conformidade e ação corretiva

NC identificada, causa raiz analisada, ação tomada e eficácia verificada.

Qualidade: NC numerada com severidade e tipo, Ishikawa 6M e 5 Porquês, plano CAPA com 5W2H, avaliação de eficácia obrigatória para encerrar.

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Auditoria interna

Auditoria planejada, realizada e registrada, com tratamento dos achados.

Auditorias internas, externas e de cliente, multi-empreendimento, achados com link para a NC gerada, lembrete automático antes e depois da data.

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Registro da execução da obra

Diário da obra com o que foi executado, por quem, com que equipamento e em que condição.

RDO no padrão NBR 12722, com apropriação de mão de obra por serviço, ocorrências tipadas e PDF assinável.

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Apresentação à auditoria

Os registros acima, organizados e recuperáveis no dia da auditoria.

Pacote PBQP-H em PDF a partir das NCs selecionadas: capa, sumário, detalhe por NC com Ishikawa 6M em grade, CAPA, eficácia e lista de anexos.

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Ordem de implantação

Não precisa ligar tudo no primeiro mês.

Os módulos são acordados por contrato e vários são opcionais — desligados, somem do menu. A ordem abaixo é a que recomendamos para quem está implantando o SiAC.

01

Documentos controlados primeiro

Suba os procedimentos e registros do SGQ, defina código e título, ligue a validade onde houver prazo. A lista mestra passa a sair do sistema.

02

Depois a não conformidade

Abra as NCs no sistema, com causa raiz e CAPA. O ciclo fechado é o registro que a auditoria lê com mais atenção.

03

FVS dos serviços controlados

Monte um modelo de ficha por serviço controlado. A inspeção reprovada já nasce ligada à NC, com foto.

04

Equipe e equipamentos

Cargos com documentos obrigatórios, treinamentos com presença registrada, equipamentos com calibração na validade.

Para quem

Quem senta na frente do auditor.

Coordenador da Qualidade

Monta o SGQ, responde pela lista mestra e pelas NCs, e apresenta o pacote na auditoria.

Engenheiro e estagiário de obra

Preenchem FVS e RDO no celular, no canteiro, sem voltar ao escritório para digitar.

Consultor de implantação

Acessa a empresa do cliente com permissão recortada por módulo e por pasta.

Perguntas frequentes

PBQP-H, na prática.

O BRZ certifica minha construtora no PBQP-H?
Não. Nenhum software certifica. A qualificação no SiAC é concedida por um organismo de certificação credenciado, depois de auditoria no seu sistema de gestão da qualidade. O que o BRZ faz é manter os registros que essa auditoria pede — documentos controlados com revisão, inspeções dos serviços controlados, não conformidades com causa raiz e ação corretiva, treinamentos, calibração de equipamentos e o diário da obra — e entregá-los organizados quando o auditor chega.
Quais são os níveis do SiAC e o BRZ serve para os dois?
O SiAC admite qualificação em dois níveis, A e B. O nível B tem menos exigências e funciona como porta de entrada no PBQP-H; o nível A é o completo, para a empresa com o sistema de gestão já implantado. O BRZ é o mesmo sistema nos dois casos: no nível B você usa menos dele, e nada muda de lugar quando a construtora sobe para o nível A.
Onde fica o controle de documentos e a lista mestra?
No módulo SGQ Documentos. Cada documento controlado tem código, título e cadeia de revisões — a vigente aparece em primeiro plano e as anteriores ficam preservadas. Documentos com prazo recebem data de validade, e a data aparece colorida: verde em dia, amarela nos 30 dias antes do vencimento, vermelha depois. A lista mestra sai em XLSX e PDF a partir do que está cadastrado, sem planilha paralela.
Como o sistema trata os serviços controlados?
Pelo módulo de FVS. Você monta um modelo de ficha de verificação por serviço, com os itens, o critério de aceite e o código do serviço controlado. A inspeção é preenchida em campo, com foto por item, e o resultado fica vinculado ao empreendimento e ao serviço. Item reprovado gera não conformidade em um clique, com a foto que reprovou o item.
E o tratamento de não conformidade que o auditor cobra?
A NC recebe numeração automática por empresa e por ano, severidade e tipo, e segue um ciclo fechado: abertura, análise de causa raiz (Ishikawa 6M, 5 Porquês ou análise livre), plano de ação CAPA com 5W2H, avaliação de eficácia e encerramento. O sistema não deixa encerrar NC sem pelo menos uma avaliação de eficácia positiva — é exatamente o ponto em que a auditoria costuma pegar o registro incompleto.
O que vem no pacote de auditoria em PDF?
Você seleciona as NCs e gera um PDF com capa, sumário e uma folha por NC: descrição, causa raiz com o Ishikawa 6M em grade de seis categorias, plano CAPA, avaliação de eficácia e lista de anexos. É PDF gerado por serviço próprio, não impressão de tela do navegador, e não traz linhas de assinatura. Serve para levar à auditoria sem montar pasta à mão.
Treinamento e competência da equipe entram no sistema?
Sim, em dois módulos. No RH de obra, cada cargo define os documentos obrigatórios do colaborador, e o sistema mostra o que está faltando e o que está vencendo. Em Treinamentos, cada sessão registra a presença — por QR code ou por lista assinada em papel digitalizada — e o certificado é arquivado automaticamente como documento daquele colaborador.
E a calibração dos equipamentos de medição?
No módulo de Equipamentos. Cada ativo tem cadastro próprio, documentos com data de validade (certificado de calibração entre eles) e inspeções com periodicidade definida. O equipamento com documento vencido aparece sinalizado, em vez de ser descoberto na auditoria.
Preciso ligar todos os módulos para começar?
Não. Os módulos são acordados por contrato e vários são opcionais — quando desligados, somem do menu. A ordem que recomendamos para quem está implantando o SiAC: SGQ Documentos e Qualidade primeiro, FVS para os serviços controlados em seguida, e só depois RH, Treinamentos e Equipamentos.
Serve para consultoria de implantação do PBQP-H?
Serve como sistema onde a implantação fica registrada, mas o BRZ não presta consultoria. Se a sua construtora já trabalha com um consultor, ele consegue acesso próprio na sua empresa, com permissão recortada por módulo e por pasta — e enxerga só o que você liberar.

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